E a cada movimento dessas ondas, junto do ritmo do meu coração A cada vai e vem das águas desse agigantado azul imenso do mar Repetir-me-ei, para que o meu coração, a minha alma e a minha mente Também sejam inundados de coisas boas: Não sucumbirei, não me deixarei perder Não me deixarei ir, não me entregarei Lutarei, com cada músculo, ainda que fraco Com cada crença, cada minúscula esperança Vou lutar Se, quando a maré baixar, a correnteza me arrastar Eu, ao menos, lutei e, às vezes, o vencer não está somente na vitória Está também na luta E, algumas lutas se consagram como plenas vitórias