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Mostrando postagens de setembro, 2024

Caminho Pessanha

Há dias em que existir dói,  mas ande por aí até que os seus pés não sejam mais capazes de suportar o teu corpo esfalfado. — Quem sabe um dia, companheiro, — te responderei.  —   n a estrada, ainda que sozinho, encontre o teu caminho.

Sem folhas nem ramos, mas bela

Até a paisagem muda… Que direi eu?  Por exemplo, aquela árvore no meio do parque, fincada numa fina camada de área gramada, de tronco e galhos finos, mudou.  As folhas caíram, os galhos agora existem sozinhos, tão finos e pontiagudos quanto podem ser.  A introspecção de alguém que de quando em quando permite o olhar morar  Em cada extensão desse lugar.  Se uma árvore e seus galhos conseguem ser belos sem sua folhagem  Serei assim também eu. Até a paisagem muda… Que direi eu?  Esses risos ecoados pelo parque, da juventude abundante nos rapazes,  A bola estão a chutar, para lá e para lá  Cá somente o olhar da virtude de enxergar  O mundo presente na simplicidade.  A paisagem muda… Que direi eu?  Daqui do ordinário, evocadas do meu imaginário Surgiram algumas expressões oriundas  Do meu sensível espírito.