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No escuro do meu quarto

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Fonte: De autoria própria. No conforto do meu quarto posso namorar a lua. No escuro do meu quarto posso enxergar a beleza e o seu brilho que toma conta do lugar, iluminando não só o pequeno cômodo, mas a mim também. Por uns instantes tudo ao meu redor não parece mais solitário, ao contrário, tudo fica mais vívido e iluminado. Mesmo após longos minutos, continuo deitada, completamente apaixonada pela beleza incrível dessa lua que emiti um brilho repleto de esplendor. Entre um, dois, três pesados suspiros… me sinto extasiada com o lindo objeto brilhante no céu, que assim como eu, possui uma “face visível” e uma “face oculta”. Fecho os olhos e posso sentir o que é realmente viver a completude de ser eu. Agora com os meus olhos bem abertos, posso sentir o brilho da lua, acompanhado da tranquilidade, me alcançar. O que eu gostaria que tirassem de lição do texto acima e do momento que vivi comigo mesma é: 1 — Você pode desfrutar da sua própria companhia; 2 — Po...

Um Blog? Por quê?

Provavelmente, muitos irão perguntar: “Um Blog? Por quê?” ou… “Para quê?” Gostaria de começá-lo, então, com um fragmento extraído de um livro da brilhante escritora, Clarice Lispector: “Para que eu escrevo? E eu sei? Sei não. Sim, é verdade, às vezes, também penso que não sou eu, pareço pertencer a uma galáxia longínqua de tão estranho que sou de mim. Sou eu? Espanto-me com o meu encontro.” — Clarice Lispector, A hora da estrela. E para encerrar… Uma frase do Fernando Pessoa: “Não escrevo em Português. Escrevo eu mesmo.” — Fernando Pessoa. Sejam bem-vindos ao âmago do meu ser e sintam-se à vontade para gostar ou não, e não fiquem surpresos se o âmago do meu ser, na verdade, não for tão profundo assim.