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6:00 AM

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Fonte: De autoria própria. Preciso me aceitar e me amar, não superficialmente, mas profundamente. Aceitando que preciso disso. Para mim. Por mim. Pelas pessoas as quais me fazem emitir algo como brilho de tão importante que elas me fazem parecer ser.  Encontro-me sentada no segundo degrau da escada, absorvendo a vitamina que o nosso organismo não produz por si só: A vitamina D., produzida pelas células da nossa pele quando a luz solar incide sobre elas. — Nutricionistas, se eu estiver errada, corrija-me. — Sinto a sua luz iluminar e esquentar o meu corpo, fazendo-me sentir um prazer delicioso. Observar as nuvens brancas e o azul-celeste acima da minha cabeça, o céu completamente limpo.      Ouço um jovem rapaz, com um excelente humor matinal, exclamar para o meu vizinho: “Êh, Seu João, BOM DIA!” Sorrio com o entusiasmo dos dois logo tão cedo. Sorrio serenamente, sentindo meu corpo relaxado como poucas vezes antes. Dave Grohl — Walk...

No escuro do meu quarto

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Fonte: De autoria própria. No conforto do meu quarto posso namorar a lua. No escuro do meu quarto posso enxergar a beleza e o seu brilho que toma conta do lugar, iluminando não só o pequeno cômodo, mas a mim também. Por uns instantes tudo ao meu redor não parece mais solitário, ao contrário, tudo fica mais vívido e iluminado. Mesmo após longos minutos, continuo deitada, completamente apaixonada pela beleza incrível dessa lua que emiti um brilho repleto de esplendor. Entre um, dois, três pesados suspiros… me sinto extasiada com o lindo objeto brilhante no céu, que assim como eu, possui uma “face visível” e uma “face oculta”. Fecho os olhos e posso sentir o que é realmente viver a completude de ser eu. Agora com os meus olhos bem abertos, posso sentir o brilho da lua, acompanhado da tranquilidade, me alcançar. O que eu gostaria que tirassem de lição do texto acima e do momento que vivi comigo mesma é: 1 — Você pode desfrutar da sua própria companhia; 2 — Po...

Um Blog? Por quê?

Provavelmente, muitos irão perguntar: “Um Blog? Por quê?” ou… “Para quê?” Gostaria de começá-lo, então, com um fragmento extraído de um livro da brilhante escritora, Clarice Lispector: “Para que eu escrevo? E eu sei? Sei não. Sim, é verdade, às vezes, também penso que não sou eu, pareço pertencer a uma galáxia longínqua de tão estranho que sou de mim. Sou eu? Espanto-me com o meu encontro.” — Clarice Lispector, A hora da estrela. E para encerrar… Uma frase do Fernando Pessoa: “Não escrevo em Português. Escrevo eu mesmo.” — Fernando Pessoa. Sejam bem-vindos ao âmago do meu ser e sintam-se à vontade para gostar ou não, e não fiquem surpresos se o âmago do meu ser, na verdade, não for tão profundo assim.