Oi, Miguel! Obrigada por deixar seu pensamento aqui. Admito que não conhecia esse assunto o qual você mencionou, então fui dá uma pesquisada. Bem interessante e bem intenso também, né? Nossa mente é uma coisa…
Oi, você que está lendo! Se gostou, se identificou, pode deixar a sua opinião. Eu quero muito ler o que você tem a dizer, isso me agradando ou não. Escreva aqui suas sinceras expressões:
Fonte: De autoria própria. No conforto do meu quarto posso namorar a lua. No escuro do meu quarto posso enxergar a beleza e o seu brilho que toma conta do lugar, iluminando não só o pequeno cômodo, mas a mim também. Por uns instantes tudo ao meu redor não parece mais solitário, ao contrário, tudo fica mais vívido e iluminado. Mesmo após longos minutos, continuo deitada, completamente apaixonada pela beleza incrível dessa lua que emiti um brilho repleto de esplendor. Entre um, dois, três pesados suspiros… me sinto extasiada com o lindo objeto brilhante no céu, que assim como eu, possui uma “face visível” e uma “face oculta”. Fecho os olhos e posso sentir o que é realmente viver a completude de ser eu. Agora com os meus olhos bem abertos, posso sentir o brilho da lua, acompanhado da tranquilidade, me alcançar. O que eu gostaria que tirassem de lição do texto acima e do momento que vivi comigo mesma é: 1 — Você pode desfrutar da sua própria companhia; 2 — Po...
Fonte: De autoria própria. Há verde por toda parte, desde as árvores robustas, até a grama no chão. O céu limpo e o vento soprando uma brisa leve e fina; o prazeroso barulho da água que escorre da fonte ressoa nos meus ouvidos. Um pequeno Bem-te-vi pousa próximo à fonte e se delicia com a água, acredito eu, que esteja saciando a sua sede. As luzes amarelas ao redor da fonte acendem, e as luzes verdes, com fios envoltos nos galhos da árvore, imitam o ato, roubando a minha atenção que antes estava completamente voltada para a tela do computador que repousa em meu colo. Quanto a minha verdadeira sede… nunca será realmente só de água, mas sempre incansavelmente: de plenos momentos assim. O hoje me parece um sonho. Um sonho daqueles que desejamos fortemente não acordar. Fujo do mundo real que me cerca diariamente, não me permitindo respirar de maneira sossegada. Fujo das velhas discussões familiares, das discussões falidas, das palavras que machucam, da minh...
Provavelmente, muitos irão perguntar: “Um Blog? Por quê?” ou… “Para quê?” Gostaria de começá-lo, então, com um fragmento extraído de um livro da brilhante escritora, Clarice Lispector: “Para que eu escrevo? E eu sei? Sei não. Sim, é verdade, às vezes, também penso que não sou eu, pareço pertencer a uma galáxia longínqua de tão estranho que sou de mim. Sou eu? Espanto-me com o meu encontro.” — Clarice Lispector, A hora da estrela. E para encerrar… Uma frase do Fernando Pessoa: “Não escrevo em Português. Escrevo eu mesmo.” — Fernando Pessoa. Sejam bem-vindos ao âmago do meu ser e sintam-se à vontade para gostar ou não, e não fiquem surpresos se o âmago do meu ser, na verdade, não for tão profundo assim.
Sua obra me lembrou sobre o assunto da despersonalização.
ResponderExcluirOi, Miguel! Obrigada por deixar seu pensamento aqui. Admito que não conhecia esse assunto o qual você mencionou, então fui dá uma pesquisada. Bem interessante e bem intenso também, né? Nossa mente é uma coisa…
ExcluirGostei muito do seu blog, top!!!
ResponderExcluirAss: Shyvanna do lolzin
Valeu, Shy. Beijooooo
ExcluirBelas palavras, me lembra Kafka.
ResponderExcluirQue privilégio meu escrito te remeter a um outro escritor. Fiquei tentada a conhecê-lo. Obrigada por seu comentário.
ExcluirDireta, sensível e real.
ResponderExcluirVocê é top Chay.
Obrigada!
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