Sem folhas nem ramos, mas bela
Até a paisagem muda… Que direi eu?
Por exemplo, aquela árvore no meio do parque, fincada numa fina camada de área gramada, de tronco e galhos finos, mudou.
As folhas caíram, os galhos agora existem sozinhos, tão finos e pontiagudos quanto podem ser.
A introspecção de alguém que de quando em quando permite o olhar morar
Em cada extensão desse lugar.
Por exemplo, aquela árvore no meio do parque, fincada numa fina camada de área gramada, de tronco e galhos finos, mudou.
As folhas caíram, os galhos agora existem sozinhos, tão finos e pontiagudos quanto podem ser.
A introspecção de alguém que de quando em quando permite o olhar morar
Em cada extensão desse lugar.
Se uma árvore e seus galhos conseguem ser belos sem sua folhagem
Serei assim também eu.
Até a paisagem muda… Que direi eu?
Esses risos ecoados pelo parque, da juventude abundante nos rapazes,
A bola estão a chutar, para lá e para lá
Cá somente o olhar da virtude de enxergar
O mundo presente na simplicidade.
A paisagem muda… Que direi eu?
Daqui do ordinário, evocadas do meu imaginário
Surgiram algumas expressões oriundas
Do meu sensível espírito.
Seus textos são belos.
ResponderExcluirCarrega uma simplicidade que ao mesmo tempo exala a complexidade que é tentar descrever a vida.
Continue brindando ao mundo com suas poesias!
Abç
Diego
Muito obrigada por seu apoio de sempre, querido professor Diego. Abraços.
ExcluirVocê escreve muito bem, podemos sentir e entender o texto completamente.
ResponderExcluirContinue, por favor!
Any Caroline
Obrigada, querida amiga. É muito importante para mim esse seu comentário.
ExcluirExcelente, Chay!
ResponderExcluirObrigada por deixar seu comentário, Vlad!!!
ExcluirTexto belíssimo!
ResponderExcluirObrigada!
ExcluirMeus mais sinceros parabéns! Achei esplêndido.
ResponderExcluirGostei muito do texto. Me faz sentir a leveza da vida tão cruel e corrida. Do seu eterno amigo, Luiz! ... Vulgo cabelo de livro :p
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