Sem folhas nem ramos, mas bela

Até a paisagem muda… Que direi eu? 
Por exemplo, aquela árvore no meio do parque, fincada numa fina camada de área gramada, de tronco e galhos finos, mudou. 
As folhas caíram, os galhos agora existem sozinhos, tão finos e pontiagudos quanto podem ser. 
A introspecção de alguém que de quando em quando permite o olhar morar 
Em cada extensão desse lugar. 
Se uma árvore e seus galhos conseguem ser belos sem sua folhagem 
Serei assim também eu.

Até a paisagem muda… Que direi eu? 
Esses risos ecoados pelo parque, da juventude abundante nos rapazes, 
A bola estão a chutar, para lá e para lá 
Cá somente o olhar da virtude de enxergar 
O mundo presente na simplicidade. 
A paisagem muda… Que direi eu? 
Daqui do ordinário, evocadas do meu imaginário
Surgiram algumas expressões oriundas 
Do meu sensível espírito.



Comentários

  1. Seus textos são belos.

    Carrega uma simplicidade que ao mesmo tempo exala a complexidade que é tentar descrever a vida.

    Continue brindando ao mundo com suas poesias!

    Abç

    Diego

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    Respostas
    1. Muito obrigada por seu apoio de sempre, querido professor Diego. Abraços.

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  2. Você escreve muito bem, podemos sentir e entender o texto completamente.
    Continue, por favor!
    Any Caroline

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    Respostas
    1. Obrigada, querida amiga. É muito importante para mim esse seu comentário.

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  3. VLADIMIR DA SILVA GUIMARÃES10 de dezembro de 2024 às 13:09

    Excelente, Chay!

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  4. Meus mais sinceros parabéns! Achei esplêndido.

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  5. Gostei muito do texto. Me faz sentir a leveza da vida tão cruel e corrida. Do seu eterno amigo, Luiz! ... Vulgo cabelo de livro :p

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